Decidir, é pensar no que abrir mão

Sabendo que tomar decisão não é algo simples, entenda um pouco mais sobre o que isso é, leia este artigo.

Tomar decisão leva em conta “no que eu devo arriscar”!!!

LimitaçãoUm dos grandes dilemas do ser humano é a tomada de decisão. Apesar de presente no nosso dia-a-dia, decidir sobre questões mais sérias nunca é uma tarefa simples. No mundo da gestão de projetos lidar com esta dificuldade é uma constante, já que a todo momento, o gerente de projetos é forçado a tomar decisões que na maioria das vezes não são decisões simples ou populares.

Porém, muito diferente do que o senso comum diz, tomar a decisão está muito mais ligada que devemos abrir mão, do que ao que podemos ganhar, pois, para tomar uma decisão a favor de algo, quase que sempre estamos arriscando perder algo.

 

Aprendendo a abrir mão.

“Quem não arrisca, não petisca!”, lembra disso? Risco é o ponto chave da questão. Para ganhar algo temos que aprender a medir o risco de largar o senso comum, desistir de formas normais de se fazer algo, deixar para traz um pensamento, abrir mão de um resultado médio ou insatisfatório, para arriscar fazer algo mais produtivo, mais grandioso e alcançar outros patamares de performance.

Uma frase famosa de Albert Einstein demonstra muito o que estamos falando: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. A premissa de obter resultados diferentes é ter ações diferentes, por consequência devemos sempre tentar enxergar situações corriqueiras por um outro aspecto. Manter-se agarrado às formas habituais de enxergar o mundo e reagir a ele, fatalmente não nos levará a resultados além do já obtidos.

 

Resistência, persistência e insistência.

Fata de foco pqPara balancear a questão, vemos um grande pensador brasileiro, o Prof. Mario Sérgio Cortella nos falando sobre a capacidade de não desistir, a importância de resistir e a condição de às vezes termos que dar “murro em ponta de faca” para garantir que um resultado seja alcançado. No seu podcast de 26 de maio de 2014 na Rádio CBN ele nos mostra diversos aspectos da resistência aos problemas que encontramos, da persistência para alcançar resultados que queremos e da insistência em demonstrar para as pessoas um caminho que elas insistem em não enxergar.

Assim, fica claro que tomar decisões é sempre um grande dilema que devemos combater com coragem, inteligência, análise de risco e astúcia. Sendo o caminho do meio sempre o melhor caminho, devemos sempre ponderar sobre todos os aspectos da decisão, inclusive a velocidade já que decisões normalmente precisam ser tomadas em curto espaço de tempo. E falando em caminho, a única coisa que não podemos fazer é ficar sem tomar decisão, parados na beira da estrada, portanto, vamos às nossas decisões de cada dia!

 

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