As 3 Principais Habilidades de um GP em Tempos de Crise

Falaaaaaaaaaaaaaaa GP, tudo bem?

Da crise à oportunidade!

Adoro essa frase e acho ela muito verdadeira, pois na maioria das vezes quando estamos em crise, achamos as soluções mais criativas para os problemas do dia-a-dia.

Tenho percebido que nesses tempos de “vacas magras” que estamos vivendo a importância da figura do gerente de projetos tem aumentado de forma significativa. A necessidade de se investir em projetos, mas garantir a sua execução dentro do prazo e custo tem se tornado questão de sobrevivência para as empresas.

As chances de erro estão diminuindo a cada dia, e diante desse cenário hostil, desafiador e cheio de projetos eu destaco as 3 principais habilidades que um GP precisa ter em tempo de crise.

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  1. Gerente bom é aquele que entrega: método, processo, procedimento é muito importante para facilitar o trabalho de um GP, para dar maturidade a empresa, porém não podemos esquecer que a entrega é o principal objetivo do projeto.Não adianta termos um processo lindo, completo e cheio de ferramentas se estamos falhando na execução e na entrega dos resultados.Um GP de pegada tem que ter a sensibilidade, discernimento e habilidade de pensar SIMPLES.Simplifique o processo, elimine etapas que não agreguem valor ao resultado e invista energia no que fará você ganhar o jogo.Um bom cronograma, um meeting note e um checklist podem compor o teu arsenal dessa “guerra”.
  1. Sangue frio: como os projetos estão cada vez mais arrojados em termos de prazo e custo, o GP terá que ter uma boa dose de sangue frio.Na maior parte das organizações, os recursos são compartilhados com a rotina e outros projetos, os orçamentos são bem limitados e os prazos…. ahhhhhhhhh os prazos… esses continuam sendo cada dia menores.Então, diante de tantas restrições é preciso ter muito sangue frio!Sangue frio para não se desesperar, conseguir pensar fora da caixa e encontrar soluções criativas para direcionar os projetos; sangue frio para não surtar com aquele projeto que complicou um pouco mais do que o planejado; sangue frio para conseguir manter a equipe integrada e engajada durante os dias cinzas, pois eles virão.Em suma, o GP tem que ser o último a perder a cabeça!
  1. Disciplina: para mim não existe um bom GP que não seja disciplinado; a disciplina é primordial para que a Governança seja mantida e consequentemente o resultado facilitado.A disciplina é requerida principalmente nesse ambiente mais “emocionante” e onde temos muitos projetos compartilhando recursos (mão de obra, equipamentos ou financeiros).Somente com muita disciplina, sangue frio, pensamento simples é que o GP terá condições de entregar os resultados desafiadores desses momentos de crise.

E você? O que acha de tudo isso? Tem alguma habilidade que você acha que é de extrema importância para um GP em momentos de “vacas magras”?

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Um forte abraço!

 

Jacque Torres

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